segunda-feira, 30 de junho de 2008
Dia 30 de junho. O início da jornada por Paris.
Hoje o dia foi intenso. Depois do café da manhã nos dirigimos ao metrô rumo a famosa Catedral de Notre Dame. Passamos um bom tempo olhando os detalhes externos que não são poucos: de gárgulas a anjos vale de tudo. Achamos até um santo sem cabeça que arriscamos dizer que era São João Batista. Dentro, a multidão de infiéis subia em qualquer murinho para conseguir uma boa foto. Depois de documentarmos as esculturas e as velas, rumamos para a Catedral de Sainte Chappelle, onde estão os mais lindos vitrais do mundo. A sala superior é cercada por eles que retratam cada passagem da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse. Em seguida atravessamos a pequena ilha que foi o berço de Paris e fomos almoçar num restaurante de inclinação alsaciana. De sobremesa, os melhores sorvetes do mundo na Berthillon e, em seguida uma caminhada pelo bairro do Marais, rumo ao Museu Picasso. Do museu Picasso, mais uma voltinha até a Place des Vosges, jantar, metrô e, sob o sol das 21:30 (aqui o sol se põe depois das dez da noite, no verão) nos recolhemos para estarmos novos para o dia de amanhã.
domingo, 29 de junho de 2008
Dia 29, as meninas chegam a Paris.


Hoje pela manhã fomos recepcionar Júlia e Luíza no aeroporto Charles de Gaulle. Vindas diretamente de São Paulo, as duas juntam-se a nós em Paris para cumprirmos juntos a derradeira etapa de nossa viagem. Para compensar o cansaço da viagem, um programa leve: ida à Torre Eiffell (sem subir, ainda) e passeio de barco pelo Sena.
Noite do dia 28: chegamos a Paris.
sábado, 28 de junho de 2008
Dia 28. No TGV rumo a Paris.
Dia 27. Antes de deixar o Luberon, passeio a Bonnieux.
Talvez, de todas as cidadezinhas que visitamos Bonnieux tenha sido a mais simpática. Chegamos em dia de feira e as barracas cobriam as ladeiras. As ruínas eram melhor conservadas e as casas medievais aparentemente mais cuidadas. De lá pegamos o carro e fomos para Orange, logo depois de Avignon, passando por campos e campos de lavanda. Em Orange conhecemos um dos 3 maiores teatros romanos do mundo. Praticamente inteiro e restaurado, serve ainda de arena para espetáculos para até 8 mil pessoas, com uma acústica impressionante. Vimos um ensaio de Carmen (que estava acontecendo por acaso) e a Carmen cantava sem microfone. Mas era como se estivesse totalmente amplificada.
Dia 26: visita a Roussilion e Fontaine du Vaucluse.
Roussilion, também nas montanhas do Luberon é conhecido por “a cidade ocre” uma vez que suas montanhas são ricas em um minerio de tonalidades ocre que eram (e ainda são) usados para pintarem as casas. Fontaine do Vaucluse fica no pé de uma montanha onde existe um grande castelo. Mas a cidade mesmo fica a beira de um rio límpido, cheio de peixes, patos e velhinhos comprando bugigangas. Algo como uma Serra Negra com detalhes medievais…
Dia 25: visita a Oppede Le Vieux e Gordes.
Dando um giro pela região montanhosa do Luberon podemos ver, além das vinhas e dos campos de lavanda, mais de uma dezena de cidadezinhas construídas nos pontos mais altos das montanhas. Nessas cidades, existem muitas construções medievais sendo que, muitas delas, em pé até hoje, viraram casas, hotéis e pequenos restaurantes. Oppede é uma vila mediaval de pedra construída logo abaixo de um castelo e uma igreja, semi destruídos por guerras medievais. Gordes, mais bem conservada é uma cidade quase “pendurada” numa montanha alta. Foi preciso muito suor e preparo físico para subirmos em ambas.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Dia 25, chegada a Menerbes.
Saindo de Nimes rumamos para Menerbes, na região do Luberon. O Luberon é uma região de montanha com muitas ruínas históricas, muitas construções medievais, cidades antiquíssimas, tudo cercado por vinhedos e campos de lavanda. Nos estabelecemos em Menerbes, numa pequena pousada chamada "La Bastide de Soubeyras".
Las Arènes, um “pequeno” Coliseu.
Dia 24, rumo a Nimes, uma cidade dos tempos do Império Romano.






Saímos dia 24 cedo de carro e aportamos em Nimes, uma cidade maior do que esperávamos. Depois de muita canseira chegamos aos Jardins de La Fontaine, construídos no século XVIII. Acima do jardim, no Mont Cavalier há a Tour Magne, da época do Império Romano e que dá vista para toda a cidade. Ao lado do Jardin estnao as ruínas do templo de Diana, que data de várias anos antes de Cristo, como a Maison Carrée, hoje um Museu que exibe um filme sobre os heróis de Nimes, em um cinema 3D de botar a Disney no chinelo.
St Jean, St Jean… Acende a fogueira do meu coração.
Noite de St Jean, com quadrilha e tudo.


Para quem não sabe, nossas festas juninas têm origem na França. Os colonizadores franceses que chegaram no nordeste do Brasil trouxeram aquela coisa da roupa de camponeses, os nossos caipiras, e as danças típicas, como a quadrilha. E o que vimos foi exatamente isso. Só que em vez de sanfona os caipiras daqui tocavam tambor e flautim. Tinha até quadrilha.
Dia 23, festa de St Jean em Aix.




No Brasil é São João. Na Provence é St. Jean. O santo é o mesmo com nomes diferentes. Andando pelas ruas fomos descobrindo as mais diversas festividades. A primeira, as seis da tarde, era um concerto a oar livre onde a pequena orquestra atacou de Puccini e, em seguida, um pout-porri de George Gershwin, que nada tem de francês mas que foi muito bonito. Enquanto a orquestra tocava, uns ciclistas esquisitos chegaram com uma tocha. Logo se juntaram aos moços umas pessoas fantasiadas iguaizinhos aos camponeses das histórias do Asterix…
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Dia 23, visita ao Atelier de Paul Cezane.
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