segunda-feira, 30 de junho de 2008

Dia 30 de junho. O início da jornada por Paris.

A poderosa Catedral de Notre-Dame.

À procura de Quasímodo, o simpático corcunda.

Nem todas as velas dos parisienses, livraram a França do fiasco na Eurocopa.

É tanto santo na fachada que alguns acabam apelando para chamar atenção.

Sainte Chappelle: vitrais de cair o queixo.

Momento de reflexão no Museu Picasso.

Hoje o dia foi intenso. Depois do café da manhã nos dirigimos ao metrô rumo a famosa Catedral de Notre Dame. Passamos um bom tempo olhando os detalhes externos que não são poucos: de gárgulas a anjos vale de tudo. Achamos até um santo sem cabeça que arriscamos dizer que era São João Batista. Dentro, a multidão de infiéis subia em qualquer murinho para conseguir uma boa foto. Depois de documentarmos as esculturas e as velas, rumamos para a Catedral de Sainte Chappelle, onde estão os mais lindos vitrais do mundo. A sala superior é cercada por eles que retratam cada passagem da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse. Em seguida atravessamos a pequena ilha que foi o berço de Paris e fomos almoçar num restaurante de inclinação alsaciana. De sobremesa, os melhores sorvetes do mundo na Berthillon e, em seguida uma caminhada pelo bairro do Marais, rumo ao Museu Picasso. Do museu Picasso, mais uma voltinha até a Place des Vosges, jantar, metrô e, sob o sol das 21:30 (aqui o sol se põe depois das dez da noite, no verão) nos recolhemos para estarmos novos para o dia de amanhã.

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