quinta-feira, 3 de julho de 2008

Dia 03 de Julho, visita ao Palácio de Versailles.

Museu do Ipiranga: chatice inspirada na corte francesa.


As flores mais bonitas do jardim.


O jardim de Versailles.


O salão espelhado: cristais e ouro de verdade.


Palácio de Versailles: uma vez na vida é mais que suficiente.

Justiça seja feita: o nosso Museu do Ipiranga dá de mil a zero em termos de custo benefício no Palácio de Versailles. Imagine sair de manhã, pegar 15 minutos de metrô, fazer uma baldeação com um trem, enfrentar mais 40 minutos, caminhar mais quinze, pegar uma fila enorme, se acotovelar com gente de todo mundo para caminhar durante uma hora dentro de um palácio (grande de fato) recheado de pinturas a óleo de Luís XV e sua corte. Aposento, por aposento ficamos por dentro de como vivia a nobreza na época do Napoleão. Salão de espelhos, lustres de cristal, camas altas e mais um monte de cadeiras horrorosas. Os livros de história dizem que as 3500 pessoas que moravam naquele palácio viviam em condições de higiene de vomitar. Tanto deve ser verdade que o cheiro de xixi dura até hoje. No fim do passeio, o gran finale nos jardins do palácio esses sim gigantescos. E áridos. Quem dizia que o Parque Villa Lobos não tinha árvore é porque nunca passeou pelos jardins de Versailles. E nem precisam. Uma manhã de domingo no Museu do Ipiranga é capaz de abalar o seu humor do mesmo modo.

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