segunda-feira, 7 de julho de 2008

Os melhores momentos do último fim-de-semana na França.


Hoje é 07 de julho e estamos em São Paulo. O passeio acabou mas as fotos estão aí para comprovar que foi verdade. Aliás essas foram apenas algumas fotos já que não dava para colocar tudo no blog, senão não dava tempo de passear. Para finalizar ficam aí alguns flashes do último fim-de-semana da Família Cizik Franco em Paris. E a promessa que logo, logo. tem mais.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Manhã em Montmartre: muita escadaria para pouca igreja.

Montmartre: muita escadaria para pouca igreja.


4 de julho ou 25 de março?


Tarde livre para compras.

Neste finzinho de viagem ainda faltava conhecer Montmartre, um bairro de importância cultural e política para a França. Algo como uma Vila Madalena em volta da Catedral de Aparecida do Norte com algumas lojinhas estilo 25 de março. A escadaria que leva ao bairro mais alto de Paris é um abuso. Mas a recompensa não é condizente ao sacrifício. Realejos, acordeões, mímicos e uma artista assobiadora se apresentavam nas ruas em troca de moedas. Hordas de brasileiros invadiam as lojinhas em busca de um abridor de garrafa ou um imã de geladeira em formato de torre Eiffell. Um fenômeno facilmente explicável se levarmos em conta que, qualquer lembrancinha mequetrefe é cotada em Euros. E digamos que nossa moeda não está muito bem comparada a moeda européia. Fugindo da muvuca, o bairro até que é bem interessante com ruazinhas repletas de pequenos cafés bem ao gosto do francês. Depois de Montmartre foi a vez de conferirmos a liquidação de verão que começou há poucos dias por aqui. E o espetáculo não foi muito diferente: hordas de franceses disputando a tapa os saldos de inverno das boas lojas francesas. Não saímos cheios de sacolas mas até que deu para comprar uma coisinha para as meninas.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Dia 03 de Julho, visita ao Palácio de Versailles.

Museu do Ipiranga: chatice inspirada na corte francesa.


As flores mais bonitas do jardim.


O jardim de Versailles.


O salão espelhado: cristais e ouro de verdade.


Palácio de Versailles: uma vez na vida é mais que suficiente.

Justiça seja feita: o nosso Museu do Ipiranga dá de mil a zero em termos de custo benefício no Palácio de Versailles. Imagine sair de manhã, pegar 15 minutos de metrô, fazer uma baldeação com um trem, enfrentar mais 40 minutos, caminhar mais quinze, pegar uma fila enorme, se acotovelar com gente de todo mundo para caminhar durante uma hora dentro de um palácio (grande de fato) recheado de pinturas a óleo de Luís XV e sua corte. Aposento, por aposento ficamos por dentro de como vivia a nobreza na época do Napoleão. Salão de espelhos, lustres de cristal, camas altas e mais um monte de cadeiras horrorosas. Os livros de história dizem que as 3500 pessoas que moravam naquele palácio viviam em condições de higiene de vomitar. Tanto deve ser verdade que o cheiro de xixi dura até hoje. No fim do passeio, o gran finale nos jardins do palácio esses sim gigantescos. E áridos. Quem dizia que o Parque Villa Lobos não tinha árvore é porque nunca passeou pelos jardins de Versailles. E nem precisam. Uma manhã de domingo no Museu do Ipiranga é capaz de abalar o seu humor do mesmo modo.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

2 de julho: um dia de chuva em Paris.



Em Paris também chove. O que vai ser ótimo para limpar as ruas imundas dessa cidade de gente tão bela mas tão porcalhona. Passamos quase o dia todo no Louvre (neste momento a Neusa está enlouquecida tentando reservar algum lugar pra gente jantar). Não tem muito o que dizer do Louvre: hordas de japoneses enfurecidos, gente se estapeando para fotografar a Mona Lisa e empurra-empurra para ver a Vênus de Milo. Novamente, coloco para você, amigo internauta, um apanhado com os melhores momentos.

1º de Julho: um dia de sol em Paris.

Museu D' Orsay: melhores momentos.


Doces no caminho de Sainte Supice.


Concerto em Luxemburgo.


O jantar.

Começamos o mês de Julho em Paris. E nada melhor para começar o dia como um passeio pelo Museu D´Orsay, a antiga estação de trem que virou um dos mais charmosos museus do mundo.
para ilustrar, um breve apanhado mostrando os melhores momentos. Na saída, exaustos, paramos para almoçar e, no caminho para a igreja de Saint Supice as meninas provaram alguns doces típicos franceses. Mais tarde, uma esticadinha até os jardins de Luxemburgo onde estava ocorrendo um concerto bem legal de alunos de uma escola de música americana em viagem a Paris e, a noite, o merecido jantar, porque ninguém é de ferro.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Dia 30 de junho. O início da jornada por Paris.

A poderosa Catedral de Notre-Dame.

À procura de Quasímodo, o simpático corcunda.

Nem todas as velas dos parisienses, livraram a França do fiasco na Eurocopa.

É tanto santo na fachada que alguns acabam apelando para chamar atenção.

Sainte Chappelle: vitrais de cair o queixo.

Momento de reflexão no Museu Picasso.

Hoje o dia foi intenso. Depois do café da manhã nos dirigimos ao metrô rumo a famosa Catedral de Notre Dame. Passamos um bom tempo olhando os detalhes externos que não são poucos: de gárgulas a anjos vale de tudo. Achamos até um santo sem cabeça que arriscamos dizer que era São João Batista. Dentro, a multidão de infiéis subia em qualquer murinho para conseguir uma boa foto. Depois de documentarmos as esculturas e as velas, rumamos para a Catedral de Sainte Chappelle, onde estão os mais lindos vitrais do mundo. A sala superior é cercada por eles que retratam cada passagem da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse. Em seguida atravessamos a pequena ilha que foi o berço de Paris e fomos almoçar num restaurante de inclinação alsaciana. De sobremesa, os melhores sorvetes do mundo na Berthillon e, em seguida uma caminhada pelo bairro do Marais, rumo ao Museu Picasso. Do museu Picasso, mais uma voltinha até a Place des Vosges, jantar, metrô e, sob o sol das 21:30 (aqui o sol se põe depois das dez da noite, no verão) nos recolhemos para estarmos novos para o dia de amanhã.

domingo, 29 de junho de 2008

Dia 29, as meninas chegam a Paris.



Hoje pela manhã fomos recepcionar Júlia e Luíza no aeroporto Charles de Gaulle. Vindas diretamente de São Paulo, as duas juntam-se a nós em Paris para cumprirmos juntos a derradeira etapa de nossa viagem. Para compensar o cansaço da viagem, um programa leve: ida à Torre Eiffell (sem subir, ainda) e passeio de barco pelo Sena.

Noite do dia 28: chegamos a Paris.


Após subirmos 6 lances de escada com as malas (o elevador do hotel acabara de quebrar), saímos para jantar e nos deparamos pela promeira vez com ela, a torre Eiffell.

sábado, 28 de junho de 2008

Dia 28. No TGV rumo a Paris.


Saímos de Avignon num trem-bala confortável e cheiroso, rumo a Paris onde amanhã recepcionaremos nossas princesas.

Dia 27. Antes de deixar o Luberon, passeio a Bonnieux.

Teatro Romano em Orange.

Teatro Romano em Orange.

Lavanda.

Lavanda.

Bonnieux.

Bonnieux.

Talvez, de todas as cidadezinhas que visitamos Bonnieux tenha sido a mais simpática. Chegamos em dia de feira e as barracas cobriam as ladeiras. As ruínas eram melhor conservadas e as casas medievais aparentemente mais cuidadas. De lá pegamos o carro e fomos para Orange, logo depois de Avignon, passando por campos e campos de lavanda. Em Orange conhecemos um dos 3 maiores teatros romanos do mundo. Praticamente inteiro e restaurado, serve ainda de arena para espetáculos para até 8 mil pessoas, com uma acústica impressionante. Vimos um ensaio de Carmen (que estava acontecendo por acaso) e a Carmen cantava sem microfone. Mas era como se estivesse totalmente amplificada.

Dia 26: visita a Roussilion e Fontaine du Vaucluse.

Fontaine de Vaucluse.

Roussilion.

Roussilion.

Roussilion, também nas montanhas do Luberon é conhecido por “a cidade ocre” uma vez que suas montanhas são ricas em um minerio de tonalidades ocre que eram (e ainda são) usados para pintarem as casas. Fontaine do Vaucluse fica no pé de uma montanha onde existe um grande castelo. Mas a cidade mesmo fica a beira de um rio límpido, cheio de peixes, patos e velhinhos comprando bugigangas. Algo como uma Serra Negra com detalhes medievais…

Dia 25: visita a Oppede Le Vieux e Gordes.

Castelo de Gordes.


Vista das ruínas de Oppede.

Igreja medieval em Oppede.


Neusa nas ruínas do Castelo.

Dando um giro pela região montanhosa do Luberon podemos ver, além das vinhas e dos campos de lavanda, mais de uma dezena de cidadezinhas construídas nos pontos mais altos das montanhas. Nessas cidades, existem muitas construções medievais sendo que, muitas delas, em pé até hoje, viraram casas, hotéis e pequenos restaurantes. Oppede é uma vila mediaval de pedra construída logo abaixo de um castelo e uma igreja, semi destruídos por guerras medievais. Gordes, mais bem conservada é uma cidade quase “pendurada” numa montanha alta. Foi preciso muito suor e preparo físico para subirmos em ambas.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Dia 25, chegada a Menerbes.

Vinhedo ao lado do hotel.


Alba, uma moradora local que, como todos os franceses, gosta muito de futebol.



Alba e Serginho.


Castelo em Menerbes.

Vista aérea de Menerbes, fotografada ao lado do Castelo.


Porta do nosso quarto no hotel.


Saindo de Nimes rumamos para Menerbes, na região do Luberon. O Luberon é uma região de montanha com muitas ruínas históricas, muitas construções medievais, cidades antiquíssimas, tudo cercado por vinhedos e campos de lavanda. Nos estabelecemos em Menerbes, numa pequena pousada chamada "La Bastide de Soubeyras".

Las Arènes, um “pequeno” Coliseu.



Construído no final do século 1 depois de Cristo, o anfiteatro abriga fácil,fácil 25 mil pessoas. Só que hoje, em vez de jogarem cristãos aos leões, as atrações sao concertos de rock e touradas.

Dia 24, rumo a Nimes, uma cidade dos tempos do Império Romano.







Saímos dia 24 cedo de carro e aportamos em Nimes, uma cidade maior do que esperávamos. Depois de muita canseira chegamos aos Jardins de La Fontaine, construídos no século XVIII. Acima do jardim, no Mont Cavalier há a Tour Magne, da época do Império Romano e que dá vista para toda a cidade. Ao lado do Jardin estnao as ruínas do templo de Diana, que data de várias anos antes de Cristo, como a Maison Carrée, hoje um Museu que exibe um filme sobre os heróis de Nimes, em um cinema 3D de botar a Disney no chinelo.